Abração!!
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
2008!
Abração!!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Impunidade
Hoje li no jornal que um garoto foi espancado (e está com o rosto meio deformado) por uns caras quando saía de uma boate gay em Niterói. Ele dizia "esse é o preço que pago por amar de outra forma?". Eu diria que esse é o preço que você paga por haver impunidade demais nesse país. É o mesmo caso da empregada que apanhou na Barra da Tijuca um tempo atrás. O Rio de Janeiro chegou num ponto em que se você não fizer um agressor, ou bandidos em geral, pagarem na mesma moeda, não haverá solução. Por lei, acho que já está na hora de nos vingarmos da mesma forma que somos agredidos. Por exemplo: estupro. Talvez seja a hora de deixar a mulher que sofreu com tal ato se vingar do imbecil (se ele já tiver sido capturado, obviamente) da forma como melhor lhe convir. Talvez assim mude um pouco essa situação. Cadeia já não resolve nada. É o que eu acho.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Particípio! \o/
- com os verbos auxiliares ser e estar, usa-se o particípio irregular (morto, submerso, etc).
- com os verbos auxiliares ter e haver, usa-se o particípio regular (matado, submergido, etc).
Calor e PC
Nossa, hoje tá quente demais. Odeio verão.
O pior de tudo no calor é andar na rua com o sol queimando a nuca e ainda passar um caminhão, carro ou ônibus e encher nossa cara de poluição quente e fedida. Me sinto imundo nesses dias. Aqui tinha que nevar!
Agora um minutinho aqui nada a ver com clima... Computadores são uma desgraça né? Nunca vi algo tão fundamental na vida do ser humano hoje em dia e ao mesmo tempo tão complicado. Pelo menos comigo sempre dá uns paus estranhos. Tenho PC há 7 anos e não lembro de ter virado um ano sem ter problema com ele. Na verdade, meu atual é o quarto já, e, sem ter feito nem um ano, já tá dando uns tilts nada a ver. Isso me estressa. Já perdi a vontade de consertá-lo. Se eu fosse rico, quebrava ele todo e comprava outro cada vez que desse problema, hehe. :p
Bom, té a próxima!
O pior de tudo no calor é andar na rua com o sol queimando a nuca e ainda passar um caminhão, carro ou ônibus e encher nossa cara de poluição quente e fedida. Me sinto imundo nesses dias. Aqui tinha que nevar!
Agora um minutinho aqui nada a ver com clima... Computadores são uma desgraça né? Nunca vi algo tão fundamental na vida do ser humano hoje em dia e ao mesmo tempo tão complicado. Pelo menos comigo sempre dá uns paus estranhos. Tenho PC há 7 anos e não lembro de ter virado um ano sem ter problema com ele. Na verdade, meu atual é o quarto já, e, sem ter feito nem um ano, já tá dando uns tilts nada a ver. Isso me estressa. Já perdi a vontade de consertá-lo. Se eu fosse rico, quebrava ele todo e comprava outro cada vez que desse problema, hehe. :p
Bom, té a próxima!
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Sobre plantas
Estava aqui pensando no assunto que tava rolando ontem na aula (não o sobre merda, mas sobre árvores e plantas). Minha rua tem muitas árvores, como grande parte da Tijuca, mas o povo, de fato, não sabe aproveitar. Como uma das árvores estava tampando a vista (que já não é grande coisa) dos apartamentos de um prédio ao lado do meu, resolveram cortá-la, o que resultou num cotoco ridículo. Eu fico pensando se chamo isso de burrice ou de sacanagem mesmo, porque essa árvore era justamente a que mais fazia sombra na rua. Ela era enorme. Agora tem apenas um cotoco, uma rua com uma árvore a menos, e nenhuma sombra. Alguém entende a lógica disso? Também deve dar pra imaginar que o calor aumentou, né? Acho que, por fim, é burrice mesmo.
A idéia de plantar nem que sejam plantas nos topos dos prédios seria bem inteligente, a meu ver. Ter plantas em casa também acredito que não cause mal nenhum. Concordo que plantar uma árvore no meio da sala não é nem desconfortável, mas impossível mesmo. Mas ter plantas já ajuda não? No condomínio antigo que eu morava tinha muitas. Onde tinha espaço o pessoal enfeitava com plantas e até árvores. Eu acho que além de menos quente fica mais bonito.
A idéia de plantar nem que sejam plantas nos topos dos prédios seria bem inteligente, a meu ver. Ter plantas em casa também acredito que não cause mal nenhum. Concordo que plantar uma árvore no meio da sala não é nem desconfortável, mas impossível mesmo. Mas ter plantas já ajuda não? No condomínio antigo que eu morava tinha muitas. Onde tinha espaço o pessoal enfeitava com plantas e até árvores. Eu acho que além de menos quente fica mais bonito.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
A pré-faculdade (2).
Continuando a falar de minha vida estudantil antes da faculdade...
Na terceira ou quarta série cismaram - sabe-se lá quem - que eu era o melhor aluno da escola (leia-se, Escola Municipal João Goulart) e que naquele ano eu teria que andar pro toda a 28 de Setembro segurando uma bandeirona durante o desfile de 7 de setembro. Foi terrível: bandeira pesada, rua imensa (pra quem conhece - fica perto da UERJ -...), músicas chatas. A família babando, claro, mas eu ali não dando a mínima e me sentindo um grande injustiçado. Afinal, se eu era o melhor aluno, por que tamanho sofrimento? Rsss Eita falta de nacionalismo na época.
Outras ocasiões interessantes eram as aulas de música e de artes no Pedro II. Aulas sem aquela tensão toda do antes do vestibular. Claro, os professores dessas duas disciplinas não podiam falar coisas do tipo "Fiquem quietos porque essa matéria cai freqüentemente no vestibular" (voltanto um pouco ao post passado...), então tinham que se esforçar em dobro para conseguir nossa atenção. E, geralmente, obtinham sucesso.
Pior era quando alguma besta da vida ao ser repreendida por estar desatenta em uma aual de alguma dessas duas matérias respondia: "Ah, pra quê vou prestar atenção se isso nem cai no vestibular?".
Ninguém merece.
Abraço!
Na terceira ou quarta série cismaram - sabe-se lá quem - que eu era o melhor aluno da escola (leia-se, Escola Municipal João Goulart) e que naquele ano eu teria que andar pro toda a 28 de Setembro segurando uma bandeirona durante o desfile de 7 de setembro. Foi terrível: bandeira pesada, rua imensa (pra quem conhece - fica perto da UERJ -...), músicas chatas. A família babando, claro, mas eu ali não dando a mínima e me sentindo um grande injustiçado. Afinal, se eu era o melhor aluno, por que tamanho sofrimento? Rsss Eita falta de nacionalismo na época.
Outras ocasiões interessantes eram as aulas de música e de artes no Pedro II. Aulas sem aquela tensão toda do antes do vestibular. Claro, os professores dessas duas disciplinas não podiam falar coisas do tipo "Fiquem quietos porque essa matéria cai freqüentemente no vestibular" (voltanto um pouco ao post passado...), então tinham que se esforçar em dobro para conseguir nossa atenção. E, geralmente, obtinham sucesso.
Pior era quando alguma besta da vida ao ser repreendida por estar desatenta em uma aual de alguma dessas duas matérias respondia: "Ah, pra quê vou prestar atenção se isso nem cai no vestibular?".
Ninguém merece.
Abraço!
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
A pré-faculdade (1).
domingo, 4 de novembro de 2007
Rio de Cordéis

O CÉU DA LITERATURA, A CASA DO CORDEL
A literatura de cordel tem suas regras e agora já conta até com uma academia própria: sediada no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, a Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC) possui em seu acervo 200 mil folhetos de cordel e 13 mil títulos diferentes.
O cordelista Gonçalo Ferreira da Silva teve a original idéia de fundar a academia ao visitar a feira nordestina de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em que os repentistas se apresentavam debaixo do sol quente, com as caixas de som abafando seus repentes. Preocupado com a situação, já que muitos repentistas dependiam da feira para sobreviver, Ferreira resolveu criar uma instituição para apoiá-los. Assim nasceu a ABLC, em 7 de setembro de 1988.
A escolha do Rio de Janeiro como sede da Academia se justifica pela grande colônia de nordestinos em todo o estado. A instituição apóia os autores de cordel editando seus textos ou incentivando-os a criar histórias de qualidade. Além disso, a Academia é um centro de convergência nacional, para onde são enviados folhetos de várias regiões do país, que são depois redistribuídos e, não raro, enviados para o exterior. “A ABLC tem muita ressonância no exterior”, acredita Ferreira. Segundo o presidente, a entidade tem o maior acervo de livretos de cordel do Ocidente.
Cordel – a literatura em versos populares
No começo, o autor de cordel era um homem simples, mas com ampla visão de mundo. Atualmente, o cordelista é um homem letrado, formado em universidades – como é o caso do próprio fundador da academia. “Por isso, é boa a qualidade do que se produz hoje. Há um interesse efervescente dos universitários pela literatura de cordel”, diz. Nascido em Ipu, no Ceará, Ferreira chegou ao Rio de Janeiro com 14 anos. Trouxe na veia a admiração pelo cordel. Com o tempo, amadureceu seu gosto e o domínio desse gênero de literatura. No começo, Ferreira trabalhava em casas de família e escrevia seus versos em papel de pão.
“Venci por mérito. Para chegar até aqui, passei poucas e boas. Meus patrões eram muito rigorosos, mas era a mentalidade da época. Nunca pensei em cobrar nada deles depois que melhorei de vida”, afirma Ferreira. Mais tarde, formou-se em Letras na PUC do Rio de Janeiro e foi trabalhar como jornalista na Rádio MEC, por onde se aposentou. Lá, conviveu com escritores como Carlos Drummond de Andrade e Raquel de Queiroz. “Eles ficaram admirados por eu ter enveredado pelo caminho do cordel.”, lembra.
Apesar da aparente simplicidade da literatura de cordel, não é fácil dominá-la. É preciso muito mais que técnica, como ressalta Ferreira: “Para ser um bom cordelista, a pessoa deve ter talento e buscar sempre a perfeição. O Patativa do Assaré, se não tivesse enveredado para o lado rústico, teria chegado à perfeição. Mas ele se tornou comercial e assim perdeu sua essência, a espontaneidade”, opina.
O nome literatura de cordel origina-se dos folhetos que eram pendurados com barbantes (cordão, cordas) nas feiras, praças, bancas de jornal e nos mercados das cidades do interior e nos subúrbios das grandes cidades. O cordel é a versão escrita dos versos populares. Esse gênero de literatura já era cultivado pelos antigos povos greco-romanos, fenícios e saxões. Por volta do século XVI, a literatura de cordel chegou à Península Ibérica (Portugal e Espanha). Na Espanha, recebeu o nome de pliegos sueltos e, em Portugal, de folhas soltas ou volantes. No Brasil, o cordel chegou com os colonizadores portugueses e instalou-se na capital da nação, Salvador, de onde se espalhou para os demais estados do Nordeste.
A literatura cordelista começou na trova com a parcela (versos de quatro sílabas) e alcançou a literatura clássica com os versos alexandrinos (versos de 12 sílabas). Segundo estudos da ABLC, a evolução da literatura de cordel no Brasil não ocorreu de maneira harmoniosa. Os primeiros repentistas não tinham qualquer compromisso com a métrica, muito menos com o número de versos para compor as estrofes.
No Brasil, o cordel tem enorme riqueza temática. As reflexões sobre problemas atuais e regionais, os romances, as sátiras, as cavalarias e as histórias sobre os cangaceiros fazem parte dessa grande variedade de temas. Alguns romances do cordel, por exemplo, eram baseados em clássicos da literatura, como Iracema, de José de Alencar.
A ABLC produz cerca de vinte títulos por mês. A instituição possui auditório, centro de pesquisa e biblioteca, muito procurados por estudantes. No Rio de Janeiro, os folhetos de cordel estão à venda na ABLC, na feira de São Cristóvão e no Museu do Folclore. A ABLC é filiada à Federação das Academias de Letras do Brasil, assim como à Academia Brasileira de Letras (ABL). Criada mais ou menos nos moldes das academias tradicionais, tem quarenta membros efetivos, sendo que 25% das cadeiras podem ser ocupadas por membros não radicados no Rio de Janeiro.
O grande objetivo de um cordelista é prender a atenção do leitor. É o que diz o presidente da ABLC: “Nós, cordelistas, somos muito impressionistas. Queremos escravizar o leitor ao texto. A gente quer que o leitor passe do ponto de ônibus de tão entretido que ele está com a leitura". Para ele, o cordel teve importância singular no Brasil: “A literatura de cordel ensinou o Nordeste a ler. Tem um grande valor cultural por isso”.
A métrica
De acordo com Gonçalo Ferreira, atualmente as métricas mais utilizadas no cordel são as seguintes:Sextilha (seis versos de 7 sílabas). Modalidade mais indicada para os longos poemas romanceados e a mais rica, obrigatória no início de qualquer combate poético, nas longas narrativas e nos folhetos de época. Essa modalidade é muito usada nas sátiras políticas e sociais;Setilha (seis, sete, oito e dez versos de sete sílabas). Excelente para ser cantada em reuniões festivas ou nas feiras;Décima (dez versos de sete sílabas). A mais utilizada pelos cordelistas e repentistas, essa modalidade só perde para a sextilha, especialmente escolhida para as narrativas de longo fôlego.
O cordelista Gonçalo Ferreira da Silva teve a original idéia de fundar a academia ao visitar a feira nordestina de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em que os repentistas se apresentavam debaixo do sol quente, com as caixas de som abafando seus repentes. Preocupado com a situação, já que muitos repentistas dependiam da feira para sobreviver, Ferreira resolveu criar uma instituição para apoiá-los. Assim nasceu a ABLC, em 7 de setembro de 1988.
A escolha do Rio de Janeiro como sede da Academia se justifica pela grande colônia de nordestinos em todo o estado. A instituição apóia os autores de cordel editando seus textos ou incentivando-os a criar histórias de qualidade. Além disso, a Academia é um centro de convergência nacional, para onde são enviados folhetos de várias regiões do país, que são depois redistribuídos e, não raro, enviados para o exterior. “A ABLC tem muita ressonância no exterior”, acredita Ferreira. Segundo o presidente, a entidade tem o maior acervo de livretos de cordel do Ocidente.
Cordel – a literatura em versos populares
No começo, o autor de cordel era um homem simples, mas com ampla visão de mundo. Atualmente, o cordelista é um homem letrado, formado em universidades – como é o caso do próprio fundador da academia. “Por isso, é boa a qualidade do que se produz hoje. Há um interesse efervescente dos universitários pela literatura de cordel”, diz. Nascido em Ipu, no Ceará, Ferreira chegou ao Rio de Janeiro com 14 anos. Trouxe na veia a admiração pelo cordel. Com o tempo, amadureceu seu gosto e o domínio desse gênero de literatura. No começo, Ferreira trabalhava em casas de família e escrevia seus versos em papel de pão.
“Venci por mérito. Para chegar até aqui, passei poucas e boas. Meus patrões eram muito rigorosos, mas era a mentalidade da época. Nunca pensei em cobrar nada deles depois que melhorei de vida”, afirma Ferreira. Mais tarde, formou-se em Letras na PUC do Rio de Janeiro e foi trabalhar como jornalista na Rádio MEC, por onde se aposentou. Lá, conviveu com escritores como Carlos Drummond de Andrade e Raquel de Queiroz. “Eles ficaram admirados por eu ter enveredado pelo caminho do cordel.”, lembra.
Apesar da aparente simplicidade da literatura de cordel, não é fácil dominá-la. É preciso muito mais que técnica, como ressalta Ferreira: “Para ser um bom cordelista, a pessoa deve ter talento e buscar sempre a perfeição. O Patativa do Assaré, se não tivesse enveredado para o lado rústico, teria chegado à perfeição. Mas ele se tornou comercial e assim perdeu sua essência, a espontaneidade”, opina.
O nome literatura de cordel origina-se dos folhetos que eram pendurados com barbantes (cordão, cordas) nas feiras, praças, bancas de jornal e nos mercados das cidades do interior e nos subúrbios das grandes cidades. O cordel é a versão escrita dos versos populares. Esse gênero de literatura já era cultivado pelos antigos povos greco-romanos, fenícios e saxões. Por volta do século XVI, a literatura de cordel chegou à Península Ibérica (Portugal e Espanha). Na Espanha, recebeu o nome de pliegos sueltos e, em Portugal, de folhas soltas ou volantes. No Brasil, o cordel chegou com os colonizadores portugueses e instalou-se na capital da nação, Salvador, de onde se espalhou para os demais estados do Nordeste.
A literatura cordelista começou na trova com a parcela (versos de quatro sílabas) e alcançou a literatura clássica com os versos alexandrinos (versos de 12 sílabas). Segundo estudos da ABLC, a evolução da literatura de cordel no Brasil não ocorreu de maneira harmoniosa. Os primeiros repentistas não tinham qualquer compromisso com a métrica, muito menos com o número de versos para compor as estrofes.
No Brasil, o cordel tem enorme riqueza temática. As reflexões sobre problemas atuais e regionais, os romances, as sátiras, as cavalarias e as histórias sobre os cangaceiros fazem parte dessa grande variedade de temas. Alguns romances do cordel, por exemplo, eram baseados em clássicos da literatura, como Iracema, de José de Alencar.
A ABLC produz cerca de vinte títulos por mês. A instituição possui auditório, centro de pesquisa e biblioteca, muito procurados por estudantes. No Rio de Janeiro, os folhetos de cordel estão à venda na ABLC, na feira de São Cristóvão e no Museu do Folclore. A ABLC é filiada à Federação das Academias de Letras do Brasil, assim como à Academia Brasileira de Letras (ABL). Criada mais ou menos nos moldes das academias tradicionais, tem quarenta membros efetivos, sendo que 25% das cadeiras podem ser ocupadas por membros não radicados no Rio de Janeiro.
O grande objetivo de um cordelista é prender a atenção do leitor. É o que diz o presidente da ABLC: “Nós, cordelistas, somos muito impressionistas. Queremos escravizar o leitor ao texto. A gente quer que o leitor passe do ponto de ônibus de tão entretido que ele está com a leitura". Para ele, o cordel teve importância singular no Brasil: “A literatura de cordel ensinou o Nordeste a ler. Tem um grande valor cultural por isso”.
A métrica
De acordo com Gonçalo Ferreira, atualmente as métricas mais utilizadas no cordel são as seguintes:Sextilha (seis versos de 7 sílabas). Modalidade mais indicada para os longos poemas romanceados e a mais rica, obrigatória no início de qualquer combate poético, nas longas narrativas e nos folhetos de época. Essa modalidade é muito usada nas sátiras políticas e sociais;Setilha (seis, sete, oito e dez versos de sete sílabas). Excelente para ser cantada em reuniões festivas ou nas feiras;Décima (dez versos de sete sílabas). A mais utilizada pelos cordelistas e repentistas, essa modalidade só perde para a sextilha, especialmente escolhida para as narrativas de longo fôlego.
Rua Leopoldo Fróes, 37 – Santa Teresa – Rio de Janeiro.Tel: (21) 2232-4801E-mail: contato@ablc.com.br
domingo, 21 de outubro de 2007
As vaquinhas invadiram a cidade!

Elas já foram vistas em Nova York, Londres, Tóquio, Paris, São Paulo e muitas outras cidades . Em 2007 as coloridas vaquinhas da CowParade invadem a cidade maravilhosa। O maior evento de rua já feito no Brasil está selecionando artistas cariocas interessados em colocar todo seu talento e criatividade, literalmente, no lombo de uma vaca। Você pode ser um deles e transformar esculturas de vacas de fibra de vidro em obras de arte que serão expostas pela cidade। Selecionamos 120 trabalhos entre artistas convidados e que participaram enviando seus projetos para o Comitê de Seleção। Cada artista participante já foi informado, e agora contamos com você para prestigiá-lo।Participe e adote uma vaquinha!Os melhores trabalhos serão prestigiados pelo público gratuitamente durante o período de exposição para, ao final, serem leiloadas em um evento beneficente em prol a OBRA SOCIAL da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Fonte: http://www.cowparade.com/
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Incêndio na UERJ

Incêndio na UERJ é controlado e não haverá aula nesta 2ª feira
A reitoria e a sub-reitoria foram os locais mais atingidos
Reprodução/TV Globo
Reprodução/TV Globo
Não há feridos e causa é desconhecida, segundo Bombeiros
Foi controlado, há pouco, o incêndio que atingiu seis andares do prédio da Reitoria e Sub-Reitoria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), no Maracanã, zona norte do Rio. O prédio tem 12 andares. O prefeito do Campus, Jorge Valério, que compareceu ao local, informou que as aulas devem ser suspensas nesta segunda-feira.As chamas destruíram totalmente o segundo andar do prédio da Reitoria, e afetaram parcialmente o terceiro andar. Também foram encontrados focos de incêndio no quinto, sexto, nono, e décimo primeiro andares.O major do Corpo de Bombeiros, Carlos Corrêa, que comandou a operação de combate ao incêndio, informou que o calor das chamas se propagou pelos dutos de ar do prédio. De acordo com informações de testemunhas, o fogo teria se alastrado no quinto andar do prédio.
A reitoria e a sub-reitoria foram os locais mais atingidos. Não há feridos e causa é desconhecida, segundo Bombeiros.
Foi controlado, há pouco, o incêndio que atingiu seis andares do prédio da Reitoria e Sub-Reitoria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), no Maracanã, zona norte do Rio. O prédio tem 12 andares. O prefeito do Campus, Jorge Valério, que compareceu ao local, informou que as aulas devem ser suspensas nesta segunda-feira.As chamas destruíram totalmente o segundo andar do prédio da Reitoria, e afetaram parcialmente o terceiro andar. Também foram encontrados focos de incêndio no quinto, sexto, nono, e décimo primeiro andares.O major do Corpo de Bombeiros, Carlos Corrêa, que comandou a operação de combate ao incêndio, informou que o calor das chamas se propagou pelos dutos de ar do prédio. De acordo com informações de testemunhas, o fogo teria se alastrado no quinto andar do prédio.
A reitoria e a sub-reitoria foram os locais mais atingidos. Não há feridos e causa é desconhecida, segundo Bombeiros.
fonte: http://www.oglobo.com/
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Festival do Rio 2007
Já começou a edição 2007 do Festival de cinema do Rio de Janeiro. Em homenagem a mais essa oportunidade de assistirmos em primeira mão os filmes premiados em Cannes, Veneza e Berlim neste ano, resolvemos postar uma foto de nossa Cinelândia ( Cine Land ) em seus áureos tempos.Os filmes do festival estarão em cartaz até o próximo dia 04/10, em diversas salas e lonas culturais espalhadas pela cidade. Aproveitem!
Mais informações pelo site: www.festivaldorio.com.br
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