Continuando a falar de minha vida estudantil antes da faculdade...
Na terceira ou quarta série cismaram - sabe-se lá quem - que eu era o melhor aluno da escola (leia-se, Escola Municipal João Goulart) e que naquele ano eu teria que andar pro toda a
28 de Setembro segurando uma bandeirona durante o desfile de 7 de setembro. Foi terrível: bandeira pesada, rua imensa (pra quem conhece - fica perto da UERJ -...), músicas chatas. A família babando, claro, mas eu ali não dando a mínima e me sentindo um grande injustiçado. Afinal, se eu era o melhor aluno, por que tamanho sofrimento? Rsss Eita falta de nacionalismo na época.
Outras ocasiões interessantes eram as aulas de música e de artes no Pedro II. Aulas sem aquela tensão toda do antes do vestibular. Claro, os professores dessas duas disciplinas não podiam falar coisas do tipo "Fiquem quietos porque essa matéria cai freqüentemente no vestibular" (voltanto um pouco ao post passado...), então tinham que se esforçar em dobro para conseguir nossa atenção. E, geralmente, obtinham sucesso.
Pior era quando alguma besta da vida ao ser repreendida por estar desatenta em uma aual de alguma dessas duas matérias respondia: "Ah, pra quê vou prestar atenção se isso nem cai no vestibular?".
Ninguém merece.
Abraço!